STOP SUFFERING

PELO FIM DO SOFRIMENTO DE TOUROS E OUTROS BOVINOS


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PELO FIM DO SOFRIMENTO
DE TOUROS E OUTROS BOVINOS


Tradução para o Português - Luis Martins

PELO FIM DO SOFRIMENTO
DE TOUROS E OUTROS BOVINOS

O objectivo dos nossos esforços é parar o sofrimento dos touros, outros bovinos e cavalos, em touradas, e com a tourada e todos os eventos abusivos relacionados. Se pararmos o seu sofrimento, paramos também o nosso sofrimento.

O meu professor de Psiquiatria Social, disse-me uma vez que - se eu testemunhar todo o sofrimento humano que ocorre numa noite, na cidade - posso passar o resto da minha vida fechado na ala psiquiátrica de um hospital. Poucos meses depois, numa cave escura do hospital, deparei-me com o corpo ainda quente de uma jovem mulher com a ilusão de que sua morte poderia parar o sofrimento deste mundo.
Presenciar o sofrimento pode tornar-nos loucos, é uma ameaça à saúde mental para todos nós, jovens e idosos. O sofrimento das pessoas, dos animais e da natureza, é transferível. Se a natureza sofre, animais e pessoas sofrem também. Quando temos um vínculo estreito com os nossos animais de companhia, compreendemos que animais e pessoas são capazes de atravessar as fronteiras entre espécies e compartilhar o sofrimento. Seres sensíveis expostos ao sofrimento de qualquer forma de vida, apanham-no como uma doença. Não podemos iludir o impacto físico e mental das imagens, som e cheiro de sofrimento.
Então, nós temos que parar com isso."

Em que direitos, para salvaguardar as pessoas, animais e natureza, do sofrimento, podemos depender? Todos os "direitos" são invenções humanas baseadas no interesse humano. Direitos são passivos, nulos e sem efeito, até que sejam activados por nós, seres humanos, e transformados em legislação sólida e aplicada. É claro que os animais dependem de nós para fazer isso, então a activação e o exercício dos direitos dos animais - e os direitos da natureza, já agora - são um dever humano. Quero sublinhar este ponto: é nosso dever humano parar com o sofrimento. Por isso, é nosso direito humano o exercício do dever humano de fazer parar o sofrimento. "Pare de Sofrer" visa a prevenção: "parar antes que comece", e não no meio ou depois o estrago estar feito.

Do ponto de vista jurídico precisamos de protecção legal para exercer o nosso dever humano de fazer parar o sofrimento, e de preferência reconhecê-lo como um direito humano. Como a legislação defeituosa protege as violações dos direitos dos animais, precisamos acima de tudo de por fim à justiça legal que se transforma em injustiça social para animais.
Do ponto de vista médico / psicológico, devemos destacar o impacto físico e mental, igual e transferível, de sofrimento sobre o homem e os animais, incluindo o impacto social e financeiro de danos à saúde pública na nossa sociedade.

Estando restritos em fundos e em número, devemos reflectir sobre a nossa estratégia, nossas tácitas e a efectividade e eficiência das nossas campanhas e reuniões.
Precisamos de muito apoio para sermos eficazes. "Pare de Sofrer", vai atrair mais apoio do público em geral, do que o singular problema dos golfinhos em cativeiro. Encontro o mesmo compromisso entre amigos que protegem e resgatam animais abandonados, touros, focas, baleias, elefantes, rinocerontes, lobos e natureza selvagem.
Inúmeros defensores dos direitos humanos e animais, e organizações de protecção, compartilharão o nosso compromisso. Então por que não compartilhar os nossos objectivos e acções comuns em estruturas fortes e eficazes?

Sugiro que se abra a nossa rede fechada e que nos viremos para o exterior, construindo ou expandindo estruturas e redes eficazes. Com a "Parar de Sofrer" nós simplificamos o nosso objectivo, angariando mais apoio, restringimos e comprimimos argumentos e eliminamos discussões sobre detalhes irrelevantes.

~ Marius Donker
http://www.stopfunkilling.org/PARE-DE-SOFRER-TOUROS-E-BOVINOS.html

Tradução - Luis Martins

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 STOP SUFFERING

The goal of our efforts is to stop the suffering of bulls, other bovines or horses in bullfights and all bullfight related abusive events. If we stop their suffering, we also stop our suffering.

My professor in Social Psychiatry once told me that - if I witness all human suffering in one night in a city - I can spend the rest of my life in a closed psychiatric ward. A few months later in a dark hospital basement I walked into the still warm hanging body of a lovely young woman with the delusion that her death would stop the suffering in this world. Even witnessing suffering can drive us insane; it is a mental health threat to all of us, young and old.
Suffering of people, animals and nature is transferable. If nature suffers, animals and people are hurt as well. If we have a close bond with our pets we know that animals and people are able to cross the borders between our species sharing our suffering. Sensitive beings exposed to the suffering of whatever form of life pick it up like a disease. We cannot evade the physical and mental impact of the images, sound and smell of suffering.
So we have to stop it.

Regarding our actions so far it appears to me that we spend too much energy and money on efforts with little effect. With a small variation in campaigns we mainly knock on the same doors, answered by the same opponents using basically the same arguments. Urges to change are impaired by our inwards focused closed networks.

To fight a culture or tradition you have to fight a people protected by its nation, the EU or Unesco. These targets are too hard to fight. Culture and tradition – like religion – are disputable abstractions with long and ambivalent histories that cannot be wiped out overnight. Inflicting pain and death is a concrete act that can be stopped immediately on the spot. People will succeed in defending culture and tradition but they can never defend the suffering caused by it.

On what rights to guard people, animals and nature from suffering can we depend?
All “rights” are human inventions based on human interest. Rights are passive, null and void until they are activated by us humans and transformed in solid and enforced legislation.
It is clear that animals depend on us to do this, so the activation and exercise of animal rights – and nature rights for that matter – is a human duty. I want to stress this point: it is our human duty to stop suffering.
Consequently it is our human right to exercise our human duty to stop suffering.

I suggest to concentrate on the soft target “stop suffering” as we cannot be beaten on logic, morals and ethics on that issue. If you stick to that point you are not drawn in arguments or negotiations on the value of traditions, “acceptable” levels of suffering, being vegetarian etc.
“Stop suffering” aims at prevention: “stop before it starts”, not halfway or after the damage is done.

From the legal side it might mean a shift of focus from banning the bullfight to banning all means that are instrumental in the actual torture and killing and banning all related sources of public mental health damage. And we need legal protection for our human duty to stop suffering, preferably recognized as a human right. As faulty legislation protects violations of animal rights, we need above all an end to legal justice turning into social injustice for animals.

From the medical/psychological side we should highlight the equal and transferable physical and mental impact of suffering on man and animals, including the social and financial impact of public health damage on our society. And it might be helpful to point out that socially accepted sadism is not only a mental health problem but also a public order threat.

Being restricted in funds and number we should reflect on our strategy, our tactics and the effectivity and efficiency of our campaigns and meetings.
We need a lot of support to be effective.
“Stop suffering” will attract more support from the general public than our singular bullfight problem. I find the same commitment among friends who protect and rescue stray animals, seals, whales, dolphins, elephants, rhino's, wolves and wild nature.
Countless animal and human rights and protection organizations share our commitment. So why not share our common goals and action in strong and effective structures?

I suggest that we open up our closed network and turn outwards building or expanding effective structures and networks. With “stop suffering” we simplify our goal, we get more support, we restrict and compress our arguments and eliminate discussions on irrelevant details.

Direct action against suffering on our own turf has first priority as we are familiar with our own regional problems, culture, politicians, administrators and possible solutions. The hands-on action that counts is where we are needed and where we are physically present.
An international network can be supportive in sharing information, experience and strategies from its members.
But it can never lead us in our local actions.

So I call on you to consider the suggestions and give your comments. I think we can be more effective if we change our focus and open our closed network to attract massive support for a more feasible goal.

~ Marius Donker
STOPFUNKILLING.ORG

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