Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores (MCATA)
Translation : Civic movement of bullfighting Abolitionist of the Azores (MCATA)

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Press Release

MCATA expresses that bullfighting does not bring any economic benefit

It is often stated that bullfights are a economic added value to Terceira Island, by moving an important volume of business in the sale of food and drink. But the truth is that these benefits, which favor an economic sector certainly greatly reduced, not actually depends on the realisation of bullfighting and Yes for any kind of festivity, as is shown by the same vitality that this sector is experiencing in the events and festivities without any relation with the bullfighting or also the numerous parties, without bullfighting, which happen in other islands.

And if we look at the product consumed during bullfights, beer, we see that, which is an imported product, produced outside the region, its consumption does not bring nor produces no wealth. On the contrary, it is money that comes out of the region.

Speaking specifically of bullfighting, these feature many purely economic aspects. To begin with, as with any type of performances, bullfights are not a productive activity. Not economically produce any wealth not only consume resources.

Take, for example, the money during the Holy Ghost festivals should be aimed at solidarity, sharing, to offer to the most needy in society, and that however turns out to be spent mostly in the bulls. It is therefore a money, far from respecting the traditional meaning of holidays, far from helping the needy people of the parish, becoming more abundant in the current circumstances, it is spent in the spectacle of bulls without ephemeral income, and that still turns out to take some injured people to the hospital.

Consume the money of the local authorities, such as Angra do Heroísmo, offering each year 150 thousand euros only for bullfighting out of square. And also consumes a lot of money that the regional Government should target social policies more necessary but that ends up, however, by going to trivia as the 75 thousand euros spent on a forum bullfighting or 150 thousand euros spent on a monument to the Bull. All in all, the public money wasted in spectacles of bullfighting gives a very high annual amount that the island, in the current economic context, cannot afford to waste any longer.

And we can still speak of the negative effects for the economy that the continuous realization of bullfighting, more than one a day, turns out to have on the productivity of the locals. Or also of the pastures, public and private, for now to create wild cattle and that are not used for the production of wealth. Or also the negative effect that the bullfights have on tourism, when foreign tourists looking for mainly a nature tourism, opposite the animal abuse that is repudiated and considered illegal in their countries.

So, for it is clear that MCATA bullfights are actually a huge black hole for the third economy and that the island was only reducing their number or even ending, in the future, definitely with them.

Azores, June 17, 2013

The team of MCATA

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Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores (MCATA)

Comunicado

MCATA manifesta que as touradas não trazem nenhum benefício económico

Muitas vezes é afirmado que as touradas são uma mais-valia económica para a ilha Terceira, por movimentar um importante volume de negócio no sector da venda de comidas e bebidas. Mas a verdade é que estes benefícios, que favorecem um sector económico certamente bastante reduzido, não dependem realmente da realização de touradas e sim da realização de qualquer tipo de festividade, como fica demonstrado pela idêntica vitalidade que este sector experimenta nos eventos e festividades sem nenhuma relação com a tauromaquia ou também nas numerosas festas, sem touradas, que acontecem nas outras ilhas.

E se olhamos para o produto mais consumido durante as touradas, a cerveja, vemos que, sendo este um produto importado, produzido fora da região, o seu consumo não traz nem produz nenhuma riqueza. Antes pelo contrário, é dinheiro que sai da região.

Falando propriamente das touradas, estas apresentam muitos aspetos económicos puramente negativos. Para começar, como acontece com qualquer tipo de espetáculos, as touradas não são uma atividade produtiva. Economicamente não produzem nenhuma riqueza nem recursos, unicamente os consomem.

Consomem, por exemplo, o dinheiro que durante as festas do Espírito Santo deveria ser destinado à solidariedade, à partilha, à oferta aos mais carenciados da sociedade, e que no entanto acaba por ser gasto maioritariamente nos touros. É portanto um dinheiro que, longe de respeitar o significado tradicional das festas, longe de ajudar as pessoas necessitadas da freguesia, cada vez mais abundantes nas atuais circunstâncias, é gasto no efémero espetáculo dos touros, sem proveitos, e que ainda acaba por levar algumas pessoas feridas para o hospital.

Consomem também o dinheiro das autarquias, como a de Angra do Heroísmo, que oferece cada ano 150 mil euros só para a realização de touradas de praça. E também consome muito dinheiro que o governo regional deveria destinar a políticas sociais muito mais necessárias mas que acaba, no entanto, por ir parar a futilidades como os 75 mil euros gastos num fórum tauromáquico ou os 150 mil euros gastos num monumento ao touro. Todo somado, o dinheiro público mal gasto no espetáculos das touradas dá uma elevadíssima quantia anual que a ilha, no atual contexto económico, não pode permitir-se desperdiçar por mais tempo.

E ainda podemos falar dos efeitos negativos para a economia que a contínua realização de touradas, mais de uma por dia, acaba por ter na produtividade dos terceirenses. Ou também das pastagens, públicas e privadas, destinadas atualmente para a cria de gado bravo e que não são aproveitadas para a produção de riqueza. Ou também do efeito negativo que as touradas têm sobre o turismo, quando os turistas estrangeiros procuram principalmente um turismo de natureza, oposto ao maltrato animal que é repudiado e considerado ilegal nos seus países.

Assim, para o MCATA fica claro que as touradas são na realidade um enorme buraco negro para a economia da Terceira e que a ilha só ganhava reduzindo o seu número ou mesmo acabando, no futuro, definitivamente com elas.

Açores, 17 de Junho de 2013

A Equipa do MCATA

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